Rinaldo de Oliveira/snb
O programa criado no Sesi-SP já alcança mais de 100 mil estudantes em 134 escolas contra machismo.
- Foto: SESI Marilia/SP

Chamado Juventudes AntiMisoginia, o projeto funciona desde março de 2025 e envolve adolescentes em debates, campanhas e atividades sobre igualdade de gênero, respeito e violência contra mulheres. A proposta é discutir o assunto ainda na escola, antes que determinados comportamentos sejam levados para a vida adulta.
E um detalhe chama a atenção: a ideia nasceu dos próprios alunos. O programa foi inspirado em uma mobilização iniciada por estudantes da Escola Sesi de Regente Feijó, no interior de São Paulo, e depois foi ampliado para toda a rede estadual.
Alunos participam das decisões
Em vez de limitar o assunto a uma palestra ocasional, cada escola forma comitês com estudantes do 9º ano do ensino fundamental e do ensino médio.Cada turma escolhe três representantes: duas meninas e um menino. O grupo trabalha acompanhado por um professor ou professora responsável.
Os estudantes ajudam a organizar rodas de conversa, campanhas e outras ações dentro da escola. Professores também recebem orientações para levar as discussões às salas de aula durante o ano.
Embora os comitês sejam formados pelos alunos mais velhos, as atividades chegam a estudantes de outras idades. Em uma das ações mostradas pelo Sesi-SP, por exemplo, adolescentes do projeto participaram de uma atividade com crianças do 5º ano. Mais no sonoticiaboa
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