Ativistas refletem e falam sobre o tema

“Pai, eu tenho HIV.” Para muitos pais, ouvir essa frase de um filho pode provocar medo, preocupação e uma avalanche de dúvidas. O que dizer? É preciso perguntar como aconteceu? Contar para outras pessoas da família? Procurar imediatamente um médico? E como oferecer apoio quando o próprio pai ainda está tentando compreender a notícia?
Neste Dia dos Pais, a Agência Aids propõe uma reflexão que vai além do diagnóstico: o que acontece quando um filho escolhe dividir algo tão íntimo com seu pai? E como esse momento pode se transformar em acolhimento, informação e aproximação, em vez de silêncio, culpa ou distância?
Para responder a essas questões, a reportagem ouviu três ativistas com longa trajetória na resposta ao HIV e à aids: Willian Amaral, do Fórum de ONG/Aids do Estado do Rio de Janeiro; Américo Nunes, fundador e presidente do Instituto Vida Nova; e Carlos Duarte, vice-presidente do Gapa/RS. Embora tenham histórias e experiências diferentes, os três convergem em um ponto essencial: antes de qualquer pergunta, é preciso acolher. Mais na agenciaaids
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