Foto: Divulgação / Ascom-PCBA

A ação integrou a programação do "Julho das Pretas", campanha em referência ao Dia Internacional da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha, celebrado em 25 de julho.
Além do registro de ocorrências e oitivas, o mutirão também buscou fortalecer a rede de proteção às mulheres negras. Segundo o delegado Ricardo Amorim, titular da Delegacia Especializada de Combate ao Racismo e à Intolerância Religiosa (Decrin), a iniciativa contribui para acelerar a apuração dos casos.
"Esta ação representa uma garantia de respostas mais rápidas às vítimas e reafirma a importância dos registros de ocorrência para que crimes de racismo e intolerância religiosa sejam rigorosamente apurados", destacou. Via BN
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