A principal demanda para coibir os golpes é o fortalecimento dos mecanismos de identificação, monitoramento e tratamento de linhas telefônicas utilizadas de forma irregular
Foto: Adobe Stock
O estratagema é apenas uma das modalidades do problema que vem desafiando consumidores de todos os perfis e já se tornou uma dor de cabeça relevante para o setor bancário. Mais do que um mero incômodo, o País enfrenta uma verdadeira “epidemia” de golpes, nas palavras do diretor de prevenção a fraude do Itaú Unibanco, Felipe Tambelini. E o telefone tem atuado como uma das principais ferramentas para os criminosos.
Em um período de seis meses, cerca de 70% dos brasileiros receberam ligações indesejadas, de acordo com levantamento recente da desenvolvedora de softwares de segurança cibernética Kaspersky. Aproximadamente 15% das chamadas eram tentativas de artimanhas golpistas, como telefonemas de call centers bancários falsos e promoções enganosas.
No geral, os criminosos utilizam a técnica chamada spoofing, que mascara o número de telefone para fazer com que ele pareça legítimo. Também exploram dados pessoais vazados para ludibriar as vítimas – numa prática que é conhecida como engenharia social.
Para coibir esses casos, a Febraban tem defendido uma atuação coordenada com as operadoras de telecomunicações. A principal demanda é o fortalecimento dos mecanismos de identificação, monitoramento e tratamento de linhas telefônicas utilizadas de forma irregular. Mais no msn
Nenhum comentário:
Postar um comentário