Em 2007, a Dinamarca reduziu seus municípios de 271 para 98 em 18 meses, com uma regra simples: qualquer cidade com menos de 20.000 habitantes precisava se fundir com uma vizinha. Servidores não foram demitidos — foram transferidos. Dívidas foram renegociadas. Metade dos cargos políticos locais foram eliminados.
Na Dinamarca: de 271 reduziu para 98 municípios (2007).
No Japão: −50% em 11 anos (1999–2010) e na Suécia: 2.498 caiu para 290 (décadas de 1950–70). Nesse contexto e comparação, podemos afirmar que os representantes “comunistas” do povo chinês, são muito mais democráticos do que os nossos representantes fakes.
Em todos esses países acima citados, a fusão foi fruto de consciência política e vontade pública com incentivo, e, em alguns casos, obrigação do governo central. O que se reduziu foi o tamanho da máquina e da farra da política local, e se aumentou a eficiência ao eliminar o gasto equivocado com os falsos cargos de: prefeito, vereadores inúteis, assessores nomeados, rachados. As escolas, os postos de saúde e os bairros permaneceram, e até houve expansão. Mais no giroemipiau1
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