Paulo Pinto/Agência Brasil

Após uma década no topo da lista, Malta foi ultrapassada pelos espanhóis, depois de uma série de medidas do governo do primeiro-ministro Pedro Sánchez. Entre as iniciativas estão novas legislações de igualdade, planos nacionais de ação e a criação de uma autoridade independente para a igualdade de tratamento.
De acordo com representantes da Ilga-Europe, o avanço espanhol ganhou ainda mais relevância por ocorrer em meio ao crescimento de movimentos conservadores e de extrema direita no país. Ainda assim, o governo manteve apoio às reformas voltadas à população LGBTQIA+. Além da Espanha e de Malta, aparecem entre os cinco primeiros colocados Islândia, Bélgica e Dinamarca, países destacados pelas fortes proteções legais à comunidade LGBTQIA+.
O levantamento também apontou avanços em países que ocupam posições mais baixas no ranking, como República Tcheca e Suécia, que facilitaram os processos legais de mudança de gênero.
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