Ministra das Relações Exteriores britânica declarou que "imprudência" iraniana estava "atingindo famílias e empresas em todos os cantos do mundo"
Ministra britânica das Relações Exteriores, Yvette Cooper, fala durante uma cúpula virtual | 02/04/2026/Leon Neal/Pool via Reuters
Cerca de 40 países discutiram nesta quinta-feira (2) uma ação conjunta para reabrir o Estreito de Ormuz e impedir que o Irã mantenha "a economia global como refém", disse o Reino Unido, depois que o presidente dos EUA, Donald Trump, disse que a segurança da hidrovia era para outros resolverem.
A ministra das Relações Exteriores do Reino Unido, Yvette Cooper, disse que a "imprudência" do Irã ao bloquear a hidrovia estava "atingindo as famílias e empresas em todos os cantos do mundo", enquanto presidia a reunião virtual, que incluía França, Alemanha, Canadá, Emirados Árabes Unidos e Índia.
"Vimos o Irã sequestrar uma rota marítima internacional para manter a economia global como refém", disse Cooper no discurso de abertura transmitido à mídia antes que o restante da reunião ocorresse a portas fechadas.
As discussões ocorreram depois que Trump disse na noite dessa quarta (1º) que o Estreito poderia se abrir "naturalmente" e que era responsabilidade dos países que dependem da hidrovia garantir que ela estivesse aberta.
Autoridades europeias disseram que a reunião inicial desta quinta se concentrou em quais países estavam preparados para participar da coalizão proposta e nas opções diplomáticas e econômicas disponíveis para persuadir o Irã a abrir o Estreito. Mais no sbtnews
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