Presidente ressalta, em entrevista a TV de Fortaleza, que conquistas históricas de seu governo decorrem da decisão de trabalhar para fazer com que as camadas mais humildes se insiram à economia do País
Agência Gov | Via Planalto
Ricardo Stuckert/Secom-PR

Retirada do Brasil do Mapa da Fome da ONU; crescimento sustentável do PIB; queda acentuada da pobreza e extrema pobreza, com 8,7 milhões de pessoas fora da pobreza e 3,1 milhões fora da extrema pobreza; menor nível de desigualdade da série histórica; menor taxa de desemprego da série histórica (5,4% para o trimestre nov/dez/jan de 2026) e crescimento recorde do rendimento do trabalho, com máxima salarial de R$ 3.742.
Nesta quarta-feira (1/4), durante entrevista concedida em Fortaleza à jornalista Bianca Saraiva, da TV Cidade do Ceará, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva explicou que esses avanços, entre outros, se devem a um motivo em especial: “O milagre é a distribuição da riqueza. Não tem outra solução. Ou você coloca o pobre no orçamento ou a economia brasileira vai crescer para poucos. Esse país é muito fácil de ser governado para 35% da população. Eu quero ver você governá-lo para 100%”, afirmou Lula. O presidente reforçou seu pensamento sobre a importância da distribuição de renda no País.
“Muito dinheiro na mão de poucos significa miséria. Pouco dinheiro na mão de muitos significa distribuição de riqueza. Quando você faz política de inclusão social e dá à totalidade da sociedade o direito de comprar o mínimo necessário, o direito de comprar comida, roupa, um chinelo, um sapato, todo mundo começa a participar da economia. O pequeno comerciante vende. Ele contrata mais um comerciário, a loja vende uma coisa, contrata mais uma comerciária, a fábrica produz mais uma peça, e a economia vai crescendo”, afirmou Lula.
LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA
Presidente da República
BRASIL FORA DO MAPA DA FOME – Para Lula, a decisão de priorizar o povo mais pobre do Brasil no orçamento, que levou o país pela segunda vez a sair do Mapa da Fome da ONU, contrasta com os interesses da elite. “Quando eu cheguei em 2003, tinha 54 milhões de pessoas passando fome. Nós acabamos com isso. Agora, quando eu voltei, tinha 33 milhões de pessoas passando fome. Nós acabamos com isso outra vez. Isso é difícil, porque a elite brasileira, a Faria Lima, lá em São Paulo, o sistema financeiro, gostaria que o dinheiro que eu gasto em inclusão social fosse para eles e não para o povo pobre”, afirmou. Mais na agenciagov
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