Pesquisa publicada no ano passado traçou raio X do Ministério Público brasileiro

João Américo/PGR/MPF
A maioria dos integrantes do Ministério Público defende pautas progressistas em temas de direitos individuais, como casamento homoafetivo e cotas raciais, é branca e vem de famílias de alta renda. Também há grande preocupação com o combate à corrupção e elevado grau de insatisfação com o Congresso Nacional.
É isso o que aponta o estudo “Quem são e o que pensam os(as) integrantes do Ministério Público Brasileiro?”, publicado pela Fundação Casa de Rui Barbosa. Coordenada por pesquisadores de Unirio, UFMG e Unicamp, a pesquisa teve versão digital lançada em junho de 2025 e edição impressa em setembro, com análises que continuam em desenvolvimento.
De 15 de agosto a 6 de outubro de 2024, os pesquisadores enviaram um questionário ao e-mail institucional de todos os membros do Ministério Público da União e dos estados devidamente registrados no Conselho Nacional do Ministério Público.
Foram 2.054 questionários respondidos em um universo de 12.859 integrantes do MP, ou seja, cerca de 16% do total de promotores e procuradores. Mais na conjur
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