Mesmo com alguns afagos recentes do presidente Jair Bolsonaro aos caminhoneiros, a categoria diz que a paralisação nacional marcada para o dia 1º de fevereiro está confirmada, segundo a coluna de Lauro Jardim, do jornal O Globo.

Mas o que os caminhoneiros querem mesmo é a redução no valor do combustível. A principal reivindicação é que a política de preços da Petrobras seja revista (a oscilação do preço de acordo com a variação do dólar e do petróleo).
Sobre este pedido em específico, o presidente do Conselho Nacional do Transporte Rodoviário de Cargas, Plínio Dias, afirma: “Não recebemos resposta do governo. A paralisação está de pé”.
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