Um dos motivos de os estudiosos terem associado uma coisa à outra é o fato de que o cérebro é a parte do corpo que mais exige energia e a doença afeta totalmente a sua estrutura. “Nossos resultados sustentam a hipótese de que o comprometimento em múltiplos componentes do metabolismo bioenergético pode ser um mecanismo fundamental, contribuindo para o risco e a fisiopatologia dessa doença devastadora”, afirmou Kai Sonntag, um dos profissionais envolvidos na pesquisa. Junto com Bruce Cohen, membro da escola de medicina de Harvard, ele coordena o estudo.
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