Diariamente a cena de enormes filas com pessoas com baldes, latas de água e outras vasilhas se forma logo ao amanhecer no centro da cidade. Apesar de estarem adaptados ao racionamento de água, os moradores ainda se queixam de que a quantidade trazida por caminhões pipa é insuficiente para toda cidade. “No início existiam mais carros particulares ofertando a venda de água, mas agora está cada vez mais difícil. Custa caro e ainda tem o incômodo de ter que subir na caixa de água para encher”, disse o morador Francisco Morais, que compra 6.000 litros de água ao preço de R$ 120. “Economizando muito, esta quantidade só dá para 20 dias, numa casa com dois adultos e uma criança.” A família dele gasta em média R$ 150 por mês para ter água. No lugar do açude existe um buraco com terra rachada. “A chuva deste ano sequer fez uma lama no açude”, disse Maria de Lourdes Alcântara, que mora no centro da cidade e está ansiosa para que possa usar as torneiras da casa.
Leia mais em: http://noticias.bol.uol.com.br/brasil/2012/10/29/cidade-do-interior-do-rio-grande-do-norte-completa-um-ano-sem-agua-nas-torneiras.jhtm
Nenhum comentário:
Postar um comentário