quarta-feira, 31 de outubro de 2018

Petraglia não quer ser ministro, quer uma limpeza na CBF

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O condottiere Mário Celso Petraglia, não foi convidado para ser ministro do Esporte do governo de Jair Bolsonaro. Aliás, é muito provável que esse ministério deixe de existir na reforma que está em gestação. E, se convidado, não aceitaria, diz ele, que se vê em papel melhor a liderar uma outra reforma, a do próprio futebol brasileiro. Petraglia luta pela revisão da Lei Pelé e espera que a onda de renovação e moralização do país chegue, enfim, à CBF que, amparada em leis que vem da era Vargas, engessa o futebol brasileiro e se locupleta nos contratos de exclusividade de transmissões de TV com a Rede Globo.

Petraglia fez campanha aberta para Bolsonaro. Sem dissimulação, como é de seu feitio. Mas não espera nem quer retribuição na forma de um cargo. O que ele quer é passar a limpo o futebol brasileiro, abrir a caixa preta da CBF, auditar contratos com TVs, rever a formula que permite à direção da CBF privilegiar clubes.

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