quarta-feira, 31 de janeiro de 2018

Governo da Irlanda anuncia referendo sobre legalização do aborto e busca acesso irrestrito Governo da Irlanda anuncia referendo sobre legalização do aborto e busca acesso irrestritoFoto: Reprodução / Renova Midia O governo da Irlanda realizará, em maio deste ano, um referendo que pode facilitar o acesso ao aborto no país. A convocação foi anunciada nesta terça-feira (30). Em 1983, uma emenda à Constituição tornou igual o direito à vida do feto e da mulher. É permitida interrupção da gravidez apenas em caso de risco de vida da gestante. Nem mesmo em casos de estupro, incesto ou anormalidade fetal é legal a realização do aborto. Segundo o jornal O Globo, a consulta questionará se a população deseja manter ou rejeitar este artigo, conhecido como Oitava Emenda. Antes da votação, o Ministério da Saúde deve criar um projeto que propõe acesso irrestrito ao aborto para mulheres até a 12ª semana de gravidez e em casos excepcionais após este período. O primeiro-ministro irlandês, Leo Varadkar, já se posicionou a favor da alteração. "Eu sei que esta é uma questão pessoal e privada e para a maioria de nós não é um tema preto e branco, mas cinza. O balanço entre os direitos de uma mulher grávida e os do feto", afirmou em publicação no Twitter. Ainda não há data para realização do referendo.

Foto: Reprodução / Renova Midia
O governo da Irlanda realizará, em maio deste ano, um referendo que pode facilitar o acesso ao aborto no país. A convocação foi anunciada nesta terça-feira (30). Em 1983, uma emenda à Constituição tornou igual o direito à vida do feto e da mulher. É permitida interrupção da gravidez apenas em caso de risco de vida da gestante. Nem mesmo em casos de estupro, incesto ou anormalidade fetal é legal a realização do aborto. Segundo o jornal O Globo, a consulta questionará se a população deseja manter ou rejeitar este artigo, conhecido como Oitava Emenda. Antes da votação, o Ministério da Saúde deve criar um projeto que propõe acesso irrestrito ao aborto para mulheres até a 12ª semana de gravidez e em casos excepcionais após este período. O primeiro-ministro irlandês, Leo Varadkar, já se posicionou a favor da alteração. "Eu sei que esta é uma questão pessoal e privada e para a maioria de nós não é um tema preto e branco, mas cinza. O balanço entre os direitos de uma mulher grávida e os do feto", afirmou em publicação no Twitter. Ainda não há data para realização do referendo. BN

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