terça-feira, 1 de agosto de 2017

ITABUNA-BA: FICC PREPARA PROGRAMAÇÃO EM HOMENAGEM AO ANIVERSÁRIO DE JORGE AMADO

No dia 10 de agosto de 1912 nascia na Fazenda Auricídia, em Ferradas, Jorge Leal Amado de Faria. Depois de uma grande enchente, a fazenda Auricídia foi totalmente inundada. Os pais de Jorge se mudaram para a vila de Ferradas com os filhos ainda pequenos. Lá, moraram por alguns anos, antes de mudarem para Ilhéus. Anos depois, a casa onde a família Amado morou foi comprada pelo então prefeito Ubaldo Dantas, onde seria construída o Eco Museu Jorge Amado.

Os anos se passaram e a construção do Eco Museu nunca saia do papel. Foi então que, na gestão do Capitão Azevedo, um grupo de abnegados (ACATE e ACODECC) formaram uma força tarefa e conseguiram reconstruir a casa da família Amado. Na ocasião foram construídos um cinema, um mini museu e uma biblioteca. O então, Galpão Cultural Casa de Jorge Amado, hoje, conhecido como a Casa de Jorge Amado, foi entregue em 2011 totalmente reestruturado.

Para comemorar a data de nascimento do famoso escritor, a Diretoria de Turismo da Fundação Itabunense de Cultura e Cidadania (FICC), preparou, com muito carinho, a 2ª edição do projeto “Fique na Praça, a FICC chegou!”, marcado para o dia 10 de agosto, na Casa Jorge Amado, em Ferradas. A programação inclui uma série de atividades artísticas e culturais.

Alunos de diversas escolas municipais poderão assistir, no período da tarde, a peça teatral "O Gato Malhado e a Andorinha Sinhá" de Jorge Amado, com os atores Rogério Tomás e Larissa Profeta. A peça conta com a direção geral de Marcos Nô. Já na Praça Frei Ludovico (de frente a Casa de Jorge Amado), serão montadas diversas tendas para apresentações culturais dos projetos PACAIS – Programa de Arte e Cultura em Áreas de Interesse Social, e do Letras que Voam. A estrutura, organizada pela FICC, contará também com um palco, onde terão apresentações musicais, dança e muita poesia. 

Diretor de Turismo do município e coordenador do projeto, Ari Rodrigues, ressaltou que “o resgate da história de Jorge Amado como ícone maior da literatura baiana, e como um cidadão grapiúna, é de fundamental importância para que as futuras gerações conheçam sua história”.

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