sábado, 1 de julho de 2017

Temer, o poeta do futuro

Do blog do Tupan
Nos tempos do Império Romano, acreditava-se que os poetas recebiam dos deuses a capacidade de prever o futuro. Poeta, em latim, é “vate”; daí vem a palavra “vaticínio”, previsão. E, quem diria, nos dias atuais há quem preveja o futuro em seus poemas. O presidente Michel Temer publicou em 2012, pela Topbooks, o livro de poesias Anônima Intimidade. Cinco anos depois, é cada vez mais atual. Quem descobriu essa pedra preciosa foi o jornalista Augusto Nunes.:

SABER: “Eu não sabia./ Eu juro que não sabia!”

TRAJETÓRIA: “Se eu pudesse,/ Não continuaria”.

FUGA: “Está/ Cada vez mais difícil/ Fugir de mim!”

RADICALISMO: “Não. Nunca mais!”

EU: “Deificado./ Demonizado./ Decuplicado.”/

“Desfigurado./ Desencantado./ Desanimado.”/

“Desconstruído./ Derruído./ Destruído”.

COMPREENSÃO TARDIA: “Se eu soubesse que a vida era assim,/ Não teria vindo ao mundo.”

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