quinta-feira, 20 de julho de 2017

BA: Após dez anos da morte de ACM, carlismo se mantém vivo com 'nova arrumação política

por Júlia Vigné
Foto: Divulgação/ DEM
A perpetuação do carlismo foi profetizada por Antônio Carlos Magalhães (ACM), então senador da República, no dia em que o ex-governador Jaques Wagner (PT) venceu Paulo Souto (PFL), membro do “pós-carlismo”. "Vocês verão a volta triunfal do carlismo na Bahia. O carlismo é uma legenda que não se apaga, queiram ou não os cronistas políticos", bradou o senador Antônio Carlos Magalhães em 2006, após ter perdido a hegemonia de quase vinte anos no governo da Bahia. O termo “carlismo” é utilizado para designar o grupo formado em torno de ACM. De acordo com o cientista político Paulo Fábio Dantas, o carlismo teve três períodos. Uma primeira fase seria centrada na liderança de ACM, apoiada no clientelismo e no controle dos meios de comunicação. O termo se expande e torna-se uma expressão para o grupo político ligado a ACM, e uma terceira concepção do termo seria o carlismo como corrente política, um meio de agir na política, com modernização econômica e conservadorismo. Após dez anos de sua morte, completados nesta quinta-feira (20), a imagem e simbolismo de ACM ainda são perpetuados em todo o Estado, seja politicamente, ou mesmo através de símbolos, como através do uso de nomes da família Magalhães em avenidas, cidades, escolas, praças, viadutos, maternidade e aeroporto, para ficar em alguns exemplos. Em 2012, antes da eleição que elegeu o atual prefeito de Salvador, ACM Neto, a imprensa nacional já posicionava Neto como “herdeiro do carlismo”. Leia tudo em http://www.bahianoticias.com.br

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