sábado, 10 de junho de 2017

Os valores dos nossos senadores

Além do salário de R$ 33.763,00, cada um conta com auxílio-moradia mensal (se resolver não ocupar o apartamento funcional em área nobre de Brasília); plano de saúde ilimitado, que se estende aos dependentes; assinatura de jornais e revistas; gastos ilimitados com telefone celular; carro com motorista; cotas para: aquisição de material de consumo; aluguel de imóvel para escritório político, que normalmente fica em seu estado eleitor; impressão de material; telefone fixo; locomoção, hospedagem, alimentação e combustível; passagens aéreas para o estado de origem; divulgação da atividade parlamentar; serviços de segurança privada; correios; salários e benefícios para assessores comissionados, efetivos e terceirizados. As compras de móveis e eletrodomésticos para os apartamentos funcionais e gabinetes são feitas pelo Senado. E eles também podem ocupar a Gráfica do Senado para impressão de livros, envelopes personalizados, cartões de visita, convites etc. Apesar de tudo que se tem visto a respeito da crise econômica do país, entre 2014 e 2016 os senadores dobraram os gastos dos gabinetes em Brasília – passaram de absurdos 2,4 milhões para disparatados 4,8 milhões. A justificativa? A singela explicação “gastos extras”.
Como cada senador tem autonomia para gerenciar seus gastos, é justo tratar um por um para saber como anda cada gabinete. Vamos falar dos nomes do Paraná. Os valores são referentes a fevereiro de 2017 e os salários, a março desse ano:
Álvaro Dias: R$ 356.215,37
Gleisi Hoffmann: R$ 422.524,49
Roberto Requião: R$ 426.329,57

Detalhes de como os recursos foram usados estão aqui.

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