sexta-feira, 29 de novembro de 2013

Na “corrida presidencial”, Dilma tira o sapato alto e tenta segurar a economia

Tereza Cruvinel – Correio Braziliense
A alma do eleitor tem aspectos insondáveis até pelas pesquisas, mas os antecedentes não recomendam apostas num grande desgaste para a recandidatura da presidente Dilma em função dessas prisões.
O estouro do escândalo, em 2005, não impediu a reeleição de Lula em 2006, nem que ele assegurasse a eleição de Dilma em 2010, após uma catilinária de quatro anos sobre o mensalão. 

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