segunda-feira, 30 de setembro de 2013

Pesquisas e coração artificial dão esperanças para pacientes

Por ano, 300 mil pessoas morrem no Brasil vítimas de doenças cardiovasculares, segundo dados da Organização Mundial de Saúde. Na fila de transplante de coração, de acordo com o Ministério da Saúde, há cerca 220 pessoas à espera de um doador compatível. Neste Dia Mundial do Coração, celebrado em 29 de setembro, a esperança para os pacientes vem dos centros de pesquisas de universidades e hospitais. Porém, até serem usadas na clínica médica, as inovações podem levar anos. Uma delas, entretanto, está um passo à frente de outras técnicas para se tornar uma realidade no país: o coração artificial desenvolvido pelo Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia e pela Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli-USP). O coração artificial brasileiro é uma alternativa economicamente mais viável aos modelos importados existentes no mercado. O equipamento nacional, que começou a ser testado em um grupo de pelo menos dez pacientes, terá um valor estimado de R$ 10 mil por pessoa. Já os trazidos dos Estados Unidos e Alemanha podem custar entre R$ 200 mil e R$ 500 mil, o que inviabiliza a compra pelo Ministério da Saúde. (Uol)

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