sábado, 29 de junho de 2013

SALVADOR-BA: 'Você não vai achar ninguém que tem queixa aqui', declara manifestante em prol da Telexfree

'Você não vai achar ninguém que tem queixa aqui', declara manifestante em prol da Telexfree
A manifestação dos divulgadores da Telexfree nesta sexta-feira (28), na praça em frente ao Shopping Iguatemi, em Salvador, contou com um trio elétrico que servia de palco para discursos em prol da empresa. Líder do Dinamite Group Bahia, o divulgador Telmo Alexandre, 38 anos, acredita que nem todos os adeptos do marketing multinível entenderam seu funcionamento. “As famílias precisam de estabilidade financeira. A proposta não é enriquecer rápido ou não trabalhar. Qualquer renda extra não vai ajudar no orçamento? Seja R$ 300, R$ 500, é bem-vindo. Quem oferece enriquecimento rápido trabalha fora dos padrões da empresa”, afirmou Telmo, em entrevista ao Bahia Notícias. Um jornalista de Mato Grosso, no entanto, disse que perdeu R$ 600 e deixou de ter acesso ao back office [página de administração da conta]. O líder do grupo Águias Brasil, Abraão Macedo, 31 anos, diz com convicção que “todos estão satisfeitos” e desdenha dos que desconfiam do sistema. “Se você perguntar aqui quem tem queixa, não vai achar ninguém [o encontro na praça visava reunir divulgadores com a intenção de protestar contra a interdição de cadastros e pagamentos da Telexfree feito pela justiça acreana]. Aqui tem ex-drogados, gente que fazia atividades ilícitas, mas que hoje trabalha honestamente com a Telexfree. Acho que a principal birra das pessoas é que a empresa está em um modelo de negócios não-tradicional, que é o marketing multinível”, avaliou. Já o divulgador Davvi Bass, de 26 anos, tem confiança de que nada de errado irá acontecer com o andamento da empresa, apesar das denúncias. “Eu tenho certeza nas palavras dos nossos líderes, a empresa passa seguridade. Eu vou fazer sete meses. Antes da Telexfree eu vivia com um salário pouco maior que o mínimo [trabalhava como auxiliar de almoxarifado] e hoje vivo com 10 a 15 vezes mais do que eu ganhava”, relatapor Lucas Franco/BN

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