terça-feira, 30 de outubro de 2012

Desconto na conta de energia pode ser menor e demorado


Há pouco mais de um mês a presidente Dilma Rousseff anunciou que os brasileiros teriam reduções em sua conta de energia elétricaOs cortes seriam da ordem de 16,3% para as residências e entre 12% a 28% para a indústria, parte disso já a partir de janeiro de 2013. Contudo, especialistas do setor ouvidos pelo site de VEJA explicam que o governo já começou a ter problemas em seu plano original, explicitado na Medida Provisória 579, o que pode não só atrasar o início do desconto, como também diminuir sua porcentagem.
Primeiramente, ao anunciar que iria renovar as concessões do setor elétrico - o que desagradou parte da indústria - o governo levou em consideração que todas as atuais concessionárias cujos contratos vencem a partir de 2015 teriam interesse em continuar com a operação. Mas, até o dia 15 de outubro - prazo máximo dado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) para que as concessionárias manifestassem seu interesse na renovação -  14 das 123 usinas não pediram a prorrogação. Mais em http://veja.abril.com.br/noticia/economia/desconto-na-conta-de-energia-pode-ser-menor-e-demorado

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